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GBarsotti
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A empresa · O produto próprio · Quem está por trás

Quem somos.

A empresa

A Bolsena Tecnologia é o nome comercial da RG Barsotti Tecnologia e Treinamentos LTDA, com sede em São Paulo. Ela existe para um tipo específico de trabalho: transformar decisão difícil em coisa que dá para ver, calcular e conferir antes de assinar.

A operação é deliberadamente pequena. Dois projetos por vez, escopo fechado, prazo em contrato — e a lista do que não fazemos publicada antes da primeira conversa. Isso não é modéstia: é a condição que torna a garantia de prazo possível. Consultoria que aceita tudo ao mesmo tempo atrasa, e atraso, aqui, custa metade do valor da entrega.

Quando o trabalho pede uma competência que não é nossa — parecer jurídico, laudo contábil, desenvolvimento de longo prazo com equipe alocada — dizemos isso e indicamos quem faz. Perder uma venda por honestidade é mais barato que entregar mal.

O produto próprio

Parte do que sabemos sobre IA aplicada não veio de leitura: veio de construir. O Viterb é o nosso produto em desenvolvimento — uma plataforma de IA multi-tenant pensada para empresas que precisam de uma coisa que a stack aberta de mercado não entrega bem: hierarquia fina de acesso.

A diferença é concreta. As ferramentas abertas separam usuários em grupos amplos; na prática, quem está dentro do grupo vê o que o grupo vê. Numa empresa real isso não serve — o estagiário não pode alcançar o material do sócio, o cliente A não pode aparecer para o cliente B, e o histórico de uma área não pode vazar para outra por descuido de configuração. O Viterb é construído a partir dessa exigência, não com ela remendada depois.

O produto está em desenvolvimento e é apresentado como tal: sem data de lançamento prometida e sem promessa de recurso que ainda não existe. O que já está de pé sustenta o serviço de plataforma gerenciada do catálogo, e a experiência de construí-lo é o que nos permite falar de custo por interação, teto de gasto, isolamento de dados e operação de agentes com números em vez de opinião.

Quem está por trás

Rodrigo Garbelotti Barsotti é economista formado pela UNESP, com pesquisa acadêmica em emprego, comércio internacional e determinantes de investimento. A formação explica o método: antes de propor solução, ele monta a conta — e a conta precisa sobreviver a quem sabe ler planilha.

A carreira foi híbrida por escolha. Começou em indústria e varejo, cuidando de uma conta que faturava entre R$ 600 mil e R$ 1 milhão por mês e coordenando projetos de transformação com prazo duro — como a renovação de 57 lojas em 70 dias, sem interromper a operação, e um processo de compras conjuntas para mais de 70 empresas. É onde se aprende que cronograma não é um documento: é uma promessa que alguém vai cobrar.

Depois veio a fase de construir do zero. Cofundou uma startup de entregas em Curitiba, respondendo por operação, modelo de negócio e o material que investidor lê antes de dizer não. Em seguida, como consultor independente, implantou CRM em associações comerciais do Paraná, desenhou um sistema de guidance para o time de prospecção da FIEP-PR e cuidou de entrada em mercado para empresas de software e serviços — sempre no papel de quem traduz processo em ferramenta e ferramenta em adoção real.

Na Zenvia, empresa de capital aberto na Nasdaq, atuou como analista sênior de RevOps e enablement: foi consultor interno da liderança comercial, conduziu a integração de sistemas e metodologias depois de uma aquisição — o tipo de trabalho em que a dificuldade não é técnica, é organizacional — e treinou treze times comerciais diferentes em processos desenhados no Salesforce.

Na MakeOne, começou na liderança comercial e terminou como Product Strategy Lead. Do lado comercial, estruturou prospecção em verticais que a empresa não atendia, com ciclos longos e tickets entre R$ 300 mil e R$ 2 milhões, e criou uma metodologia própria de ROI construída a partir da operação real do cliente — não de estimativa genérica de fornecedor. Do lado de produto, entregou em dois meses o MVP de um sistema de visão computacional para detecção de avarias em frota de transporte público, conduzindo viabilidade, modelagem de retorno, trade-offs técnicos e o alinhamento entre engenharia e cliente. Também coordenou o programa de adoção de IA para mais de 160 pessoas, com governança, protocolo de privacidade e método — a parte que quase todo projeto de IA trata como detalhe e é exatamente onde ele morre.

O que separa esse histórico de um currículo comum de consultoria é uma escolha: ele constrói o que desenha. A plataforma multi-tenant citada acima foi desenvolvida por ele, sozinho, ponta a ponta — infraestrutura, backend, painel, cobrança, telemetria de custo. Isso muda a natureza da conversa com o cliente. Quando se discute quanto custa rodar um agente por mês, qual modelo usar, o que acontece quando o fornecedor muda o preço ou como impedir que um teto de gasto seja furado, a resposta vem de quem já pagou a fatura errada e corrigiu a arquitetura por causa dela.

Fala português e inglês, tem dupla cidadania ítalo-brasileira e atende clientes no Brasil e no exterior.

O fecho

Como preferimos trabalhar

A primeira conversa dura trinta minutos e não é cobrada. Ela serve para uma coisa só: entender o problema e dizer se é nosso. Se não for, você recebe a indicação do caminho certo e nós ficamos com a agenda livre para o trabalho que realmente sabemos fazer.

Se for, você recebe escopo, prazo, garantia e a lista de exclusões por escrito antes de decidir — o que costuma tornar a proposta comercial desnecessária.